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SOLUÇO CRÔNICO E BLOQUEIO NA VIDA

Paciente (que chamarei de P) de 30 anos quer tratar as crises de soluço que o acometem há 6 anos.

As crises duraram até 20 dias, deixando-o exausto. Na data da primeira consulta as crises duravam 10 dias.

Submeteu-se a uma cirurgia para a implantação de um marca-passo, na tentativa de controlar os espasmos do diafragma. Não obteve o resultado desejado.

Tomava Amplictil, 5 a 6 comprimidos ao dia, para inibir os soluços.

Sua alimentação estava muito restringida qualitativa e quantitativamente.

As mucosas de esôfago e estômago estavam danificadas e já estava programada uma cirurgia restauradora dentro do prazo de dois meses.

P é um profissional com formação superior, mas não conseguia trabalhar regularmente não só pelo seu estado físico, mas percebia também, a existência de algo que emperravas sues negócios , que dificilmente eram bem sucedidos.

No seu histórico de vida havia fatos bastante traumáticos, como o suicídio de dois familiares e o infarto fulminante do pai diante dele.

O tratamento levou 4 meses. Relatarei os principais momentos do processo terapêutico.

A memória traumática das três mortes de familiares foi tratada extensamente até se obter cem por cento de cura em relação às emoções negativas que afetavam o paciente, como sentimentos de impotência e incompetência.

Um trauma emocional, associado ou não a um trauma físico, deixa no campo emocional ou corpo emocional a sua marca. São como hematomas emocionais, ou hemorragias emocionais que ficam estacionárias no corpo de energia a que correspondem. São detectados através do estado alterado de consciência, o estado alfa em que o paciente se encontra. Uma vez tratadas as emoções, estas condensações de desfazem, os resíduos são eliminados e o corpo emocional se restabelece deixando de exercer pressão sobre o físico, que por sua vez, vai se restabelecendo também.

Nesta etapa, o paciente relatou uma melhora de 50% da intensidade das contrações do diafragma e a frequência dos soluços diminui também.

Na próxima estapa entramos em aregressão propriamnete dita. Encontramos um aspecto feminino destrutivo do inconsciente coletivo, que tinha uma imagem descrota por P como horrorosa e que gostava de ironizar, desafiar e ridicularizar.

Ria muito quado algo não dava certo para os outros. Estava com meu cliente desde que ele havia se mudado para o novo escritório.

E nos deparamos com um personagem masculino com muito ódio de P e desejo de vingança. Insvestigando os motivos deste ódio surgiu a seguinte estória: o faroeste americano P se aproxima de uma taberna para ir beber. Ouve uma mulher gritando e pedindo socorro. Corre na direção dos gritos e se depara com um homem espancando uma mulher com muita brutalidade.

P, indignado com a covardia do agressor, parte pra cima dele. Este, não dá mostras de querer parar com a violência e iniciam uma luta corpo a corpo até que os dois sacam suas armas e atiram um no outro. P é atingido no estômago e acerta o agressor no peito, matando-o.

Chegam pessoas para acudir, a moça que tinha sido espancada também vem acudir. Há bastante sangue, o estômago queima e dói. P é levado para a casa do médico da região que lhe extrai a bala e faz um curativo. A moça que P salvou se encarrega de cuidar de sua recuperação. Nesse tempo, os dois se apaixonam e acabam se casando. Vivem felizes juntos , tem três filhos e uma vida longa. P morre tranquilo de velhice, é cuidado pelos filhos, poois já estava viúvo.

O antigo agressor, que hoje é o personagem masculino com muito ódio e desejo de vingança, queria vingar não só a sua morte, mas a perda do domínio da mulher que ele espancava.

Os dois personagens foram tratados e liberados. As emoções neutralizadas, os ferimentos etéricos e emocionais dos três foram recompostos e desta forma a configuração psíquica de P ganhou uma nova formatação.

Nesta etapa da terapia P deixou de tomar o remédio inibidor dos soluços e ficou completamente sem soluçar.

A sensibilidade gástrica melhorou muito. Foi realizada nova endoscopia que o liberou da cirurgia restauradora. O marca-passo não era mais necessário também.

Após dois anos recebi notícias de P que continuava muito bem e que seus negócios prosperavam.

Para mais informações:

Ligue para JUdith M. S. de Sá e Benevides

(11) 3872-7793

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